A definição do Boca Juniors como adversário na decisão da
Copa Libertadores pode ter assustado um ou outro torcedor corintiano não
conhecedor do retrospecto de Tite diante de times do país vizinho: como
treinador, ele jamais foi derrotado por argentinos.
Não foram poucos os confrontos. O primeiro deles ocorreu pela fase de grupos da Copa Mercosul de 2001. No comando do Grêmio, bateu o River Plate (à época com Astrada, Cambiasso, Ariel Ortega e D'Alessandro) por 4 a 2, mesmo em Buenos Aires.
Ao todo, são dois empates e oito vitórias (sendo cinco como visitante), incluindo jogos da Mercosul, Libertadores e Sul-americana. "Não se trata de sorte, vencemos jogos lá. Mas ao longo dos anos você vai se apegando a coincidências de sucesso durante o trabalho", diz Cléber Xavier, auxiliar técnico de Tite há 11 anos.
O próprio Boca Juniors já foi vítima da parceria gaúcha. Em 2008, o time xeneíze perdeu tanto no Beira-Rio (2 a 0) quanto na Bombonera (2 a 1) e foi eliminado nas quartas de final pelo Internacional de Tite, que seria campeão mais tarde diante de outro argentino, o Estudiantes, com 1 a 0 fora de casa e 1 a 1 na volta.
Essa vantagem sobre clubes da Argentina o levou a dizer, em tom de brincadeira, antes de enfrentar o Vasco, que preferia ter o Lanús como rival das quartas de final. "Coloquei isso para mostrar um dado estatístico, mas não tem nada a ver, não tenho preferência", minimizou o treinador, após empate de quarta-feira contra o Santos, que selou a vaga na decisão.
Já o Corinthians, embora seja dono da melhor campanha desta edição da Libertadores, se classificou pela primeira vez a uma final e guarda recordação infeliz de mata-mata diante do Boca Juniors. Em 1991, a equipe brasileira caiu para o clube argentino nas oitavas de final, em sua segunda participação no principal torneio continental da América do Sul.
Para o meia Danilo, autor do gol corintiano no 1 a 1 de quarta-feira, a equipe de Buenos Aires, seis vezes campeã da Libertadores, inspira preocupação. "Joga bem fora de casa também. O Boca sempre faz um trabalho na Bombonera e joga com contra-ataque rápido fora de casa. É perigoso de qualquer jeito", avisa o camisa 20 alvinegro.
Histórico de Tite diante de argentinos:
22/07/2001 - River Plate 2 x 4 Grêmio - Mercosul
13/09/2001 - Grêmio 1 x 0 River Plate - Mercosul
25/10/2001 - Grêmio 0 x 0 Talleres - Mercosul
01/11/2001 - Talleres 0 x 2 Grêmio - Mercosul
24/04/2002 - River Plate 1 x 2 Grêmio - Libertadores
02/05/2002 - Grêmio 4 x 0 River Plate - Libertadores
22/10/2008 - Internacional 2 x 0 Boca Juniors - Sul-americana
06/11/2008 - Boca Juniors 1 x 2 Internacional - Sul-americana
26/11/2008 - Estudiantes 0 x 1 Internacional - Sul-americana
03/12/2008 - Internacional 1 x 1 Estudiantes - Sul-americana
Não foram poucos os confrontos. O primeiro deles ocorreu pela fase de grupos da Copa Mercosul de 2001. No comando do Grêmio, bateu o River Plate (à época com Astrada, Cambiasso, Ariel Ortega e D'Alessandro) por 4 a 2, mesmo em Buenos Aires.
Ao todo, são dois empates e oito vitórias (sendo cinco como visitante), incluindo jogos da Mercosul, Libertadores e Sul-americana. "Não se trata de sorte, vencemos jogos lá. Mas ao longo dos anos você vai se apegando a coincidências de sucesso durante o trabalho", diz Cléber Xavier, auxiliar técnico de Tite há 11 anos.
O próprio Boca Juniors já foi vítima da parceria gaúcha. Em 2008, o time xeneíze perdeu tanto no Beira-Rio (2 a 0) quanto na Bombonera (2 a 1) e foi eliminado nas quartas de final pelo Internacional de Tite, que seria campeão mais tarde diante de outro argentino, o Estudiantes, com 1 a 0 fora de casa e 1 a 1 na volta.
Essa vantagem sobre clubes da Argentina o levou a dizer, em tom de brincadeira, antes de enfrentar o Vasco, que preferia ter o Lanús como rival das quartas de final. "Coloquei isso para mostrar um dado estatístico, mas não tem nada a ver, não tenho preferência", minimizou o treinador, após empate de quarta-feira contra o Santos, que selou a vaga na decisão.
Já o Corinthians, embora seja dono da melhor campanha desta edição da Libertadores, se classificou pela primeira vez a uma final e guarda recordação infeliz de mata-mata diante do Boca Juniors. Em 1991, a equipe brasileira caiu para o clube argentino nas oitavas de final, em sua segunda participação no principal torneio continental da América do Sul.
Para o meia Danilo, autor do gol corintiano no 1 a 1 de quarta-feira, a equipe de Buenos Aires, seis vezes campeã da Libertadores, inspira preocupação. "Joga bem fora de casa também. O Boca sempre faz um trabalho na Bombonera e joga com contra-ataque rápido fora de casa. É perigoso de qualquer jeito", avisa o camisa 20 alvinegro.
Histórico de Tite diante de argentinos:
22/07/2001 - River Plate 2 x 4 Grêmio - Mercosul
13/09/2001 - Grêmio 1 x 0 River Plate - Mercosul
25/10/2001 - Grêmio 0 x 0 Talleres - Mercosul
01/11/2001 - Talleres 0 x 2 Grêmio - Mercosul
24/04/2002 - River Plate 1 x 2 Grêmio - Libertadores
02/05/2002 - Grêmio 4 x 0 River Plate - Libertadores
22/10/2008 - Internacional 2 x 0 Boca Juniors - Sul-americana
06/11/2008 - Boca Juniors 1 x 2 Internacional - Sul-americana
26/11/2008 - Estudiantes 0 x 1 Internacional - Sul-americana
03/12/2008 - Internacional 1 x 1 Estudiantes - Sul-americana
- Gazeta Esportiva
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